terça-feira, 21 de julho de 2015

Brand Colors

Designers....se me estão a ouvir, posso facilitar a vossa vida com um simples clique.
Hoje tropecei na internet num site chamado brandcolors.net, desenvolvido pelo designer e developer Galen Gidman. Basicamente, permite ter acesso aos códigos das cores oficiais (código hexadecimal) das marcas mais conhecidas por esse mundo fora e pode-se fazer download das mesmas em formato "swatches" para importar nos programinhos da Adobe. Opa!

De nada.


sexta-feira, 17 de julho de 2015

Slogan vs Sinceridade

Tenho 3 coisas a dizer sobre este assunto:

1. Ter colocado o slogan da Nutella em primeiro lugar, não foi coincidência. E quase que optei por não colocar....e escuso de dizer porquê, é óbvio.

2. Se fosse há 1 ano atrás, não teria percebido (nem teria rido), porque alguns dos slogans estão associados a marcas brasileiras. Com isto, aqui a emigrante quer dizer simplesmente que se sente mais "em casa".

3. Juro que não é piada, mas não me lembro do terceiro ponto.

Bom final de semana.

Criatividade da Juliane Alves, via criatives



















domingo, 12 de julho de 2015

"Count on me" - ASDA redesign

Não sei porquê, mas aos domingos o meu apetite é sempre maior.
E com essa afirmação, não preciso de justificar este post. Aproveito apenas para dizer que este exemplo de packaging é muito bom. E mesmo sabendo que ninguém me perguntou nada, vou responder: "- Gosto por ter um design simples, com personalidade e elegante."
A conversa mais a sério vem a seguir com a explicação da designer.

For customers to have confidence in a product, it must have confidence in itself. So why shouldn’t a basic range, have some charm and engagement. One of the aims of this project was to make people smile when they see these products, using witty puns that relate to the food. Which will grab people’s attention and inject personality.
 
The idea behind the change of the logo, was to show the history of Asda and to show the partnership between Asquith and Dairies. Partnership and relationship became key words in the project, which also helped me come up with an appropriate name for the range ‘Count on me’. I felt this best represented, what it is all about and is in keeping with what a basic range provides. Which is a reasonable and reliable product at a small cost. Yet it still has that personal touch to the name.






Yes, we are.



















"We are polluted by advice."
by Henry David Thoreau

sábado, 11 de julho de 2015

Vasos "origami" acompanham crescimento da planta

Growth, an innovative pot design inspired by the Japanese art of origami, grows together with your plant, expanding to accommodate more soil and a wider root network. This design, by the London-based duo at Studio Ayaskan, aims to make plant pots more sustainable than ever. “In nature, everything evolves, adapts, grows, blooms, degrades, dies, gets absorbed, reused,” the designers, Bike and Begum Ayaskan, told Contemporist.
“The modern approach to building is the opposite. Here, things exist in stages: objects are produced, used, discarded… Growth, through it’s carefully calculated origami pattern, mimics nature’s ability to grow and transform by unfolding over time, bringing these qualities to the manufactured object.”

Fonte: Contemporist
www.ayaskan.com

















quarta-feira, 8 de julho de 2015

Never Stop Riding

Tenho sido uma blogger ausente, eu sei. Voltarei ao meu ritmo normal depois de acabar um freela para Londres. Aliás, pensando bem nunca fui fiel a um ritmo, mas tenho visto tanta coisa boa por aí com Cannes, que hoje não resisti e decidi fazer um break para dar carinho ao meu blog. Comecei com estes anúncios, porque achei o conceito simplesmente incrível e super bem ilustrado....tão bom que ganhou GP de Press em Cannes.

The Community – La Comunidad (Miami) anúncio para City of Buenos Aires sobre o sistema público de bikes.

Ilustração




H-E-L-P


sexta-feira, 26 de junho de 2015

The Octowall


Sentadinha no Le Pain Quotidien do meu bairro, a fazer amigos imaginários...

#Combophoto project by Stephen McMennamy

É simples:
Um diretor de arte. Uma máquina fotográfica. 
Imaginação. Juntar duas fotos. Et voilá!

Já existem vários projetos de montagens, mas este mereceu um post.

“It’s really just from looking around and seeing what things are out in the world might make for an interesting fit or what would make for a nice contrast once combined. As far as process, it’s just a matter of me hunting things down and aiming for the cleanest shot possible.” - McMennamy 













quinta-feira, 25 de junho de 2015

O Napoleão tem sempre razão

Foram várias as vezes que respondi "- Não, ainda não li a Revolução dos Bichos!" e ficava a sentir-me nhónhó por ainda não ter lido esse livro. Pois é, agora vem a parte do "mas".

...Mas tudo isso mudou. Sinto-me uma mulher mais completa agora. Não só porque fui a primeira vez passear pelo famoso Minhocão aqui em Sampa, como fui lá para ir no mercado das pulgas (como quem diz "le marché aux puces") e vim de lá com duas compras bem boas. Para além de ter comprado mais dois vinis para a coleção (Jimi Hendrix e Art Tatum), dei de caras com esta maravilhosa capa do livro que queria tanto ler - edição de 1975. Nem hesitei, meti a mão no bolso, procurei 5 reais, agradeci as meninas simpáticas da feira e fui embora feliz, com a sensação que tinha acabado de ganhar a lotaria.
Agora vem a melhor parte: podem perguntar as vezes que quiserem, que já poderei responder sem nhónhónhices: "- Claro que já li esse livro!" 

Em relação a essa revolução, nunca tive jeito para escrever críticas literárias (aliás nem para qualquer tipo de críticas) e mesmo que tivesse, estou sem tempo, já são 15h28 e eu ainda não almocei.
Posso dizer que é um dos melhores livros do George Orwell. A imaginação dele para interpretar as realidades sociopolíticas é de uma genialidade incrível.  E claro que fiquei irritada mais uma vez, porque ler George O. é ler sobre a merda do poder que o ser humano tanto deseja ter para cometer os mesmos erros de sempre. Foda-se só de escrever sobre isso, já me estou a irritar de novo. Resumindo, "Todos os animais são iguais, mas uns são mais iguais que os outros", já dizia o Napoleão e o Napoleão tem sempre razão.

Agora, se não se importam, vou almoçar.


segunda-feira, 22 de junho de 2015

L'esprit d'escalier

Dia meio aborrecido. Final de tarde, já não estava à espera de nada nem de ninguém que me pudesse dar algum entusiasmo.
Estava enganada. Surgiu uma chamada pelo Skype e lá estava eu com o meu sorriso saudoso para falar com o meu cher amiMonsieur Frade.
No meio da nossa conversa, surgiu o momento que me levou a escrever o post de hoje.
Mas primeiro tenho a dizer que uma das coisas que mais gosto na nossa relação, é que aprendo sempre algo novo e interessante, seja numa conversa de 5 minutos ou de 5 horas. E desta vez não foi diferente. Aprendi uma expressão francesa que nunca tinha ouvido falar (e eu é que nasci lá...): "l'esprit d'escalier" cuja tradução literal seria "o espírito da escada".


Fiquei curiosa por ser francês e fiquei ainda muito mais curiosa por ver esse meu amigo tão encantado com a tal expressão, o que me levou 
a pesquisar mais sobre o assunto até descobrir a origem dessa mesma expressão que não tem tradução na nossa língua.
Século XVIII, durante um jantar, o filósofo francês Denis Diderot ficou sem palavras no momento em que lhe foi feita uma observação e disse: " - um homem sensível como eu, oprimido pelo argumento levantado contra si, fica confuso e só pode pensar com clareza outra vez quando ele atinge o fundo das escadas".

Essa expressão passou a representar a resposta ideal quando já é tarde demais. É usada para descrever um argumento ou um comentário inteligente que chega tarde demais para ter alguma utilidade. Essa situação geralmente causa algum sentimento de arrependimento por não ter pensado na resposta quando mais era necessária ou adequada.

Quem nunca ensaiou um discurso quando está a tomar banho ou a arranjar-se e depois chega o momento para dizer tudo certinho e nada sai porque o cérebro está numa de gaguejar...? Já me aconteceu várias vezes, mais do que eu gostaria até.
Aprender uma expressão nova tem essa graça: situações, sensações e sentimentos que já tivemos várias vezes nas rotinas da vida, e que identificamos na hora quando descobrimos que afinal existe um nome/expressão que os define.

Obrigado meu querido amigo por mais uma!



domingo, 21 de junho de 2015

segunda-feira, 15 de junho de 2015

"Windows of the world" por André Vicente Gonçalves















De Albufeira a Veneza, não faltam janelas neste lindo projeto.
Porque está aqui no meu incrível Blog? Seguem as respostas por ordem alfabética para evitar conflitos:

- Porque adoro arquitetura
- Porque adoro janelas (talvez porque quando era pequenina me atirei de uma....)
- Porque adoro padrões
- Porque o fotógrafo é português
- Porque podia resultar nuns posters catitas (ou futuras ilustrações)
- Porque viajar é ter oportunidade de ver esses pormenores
Link